
O contato com o inimaginável foi por tímidas linhas que eu ousava a ler, arte ou insano ato eu não sabia, temia mas a ousadia da alma me fazia buscar saber.
Havia um fascínio, um misto de querer e medo de ter, uma procura de não sei o que com a certeza de um dia provar,desejar sentir e querer.
O dia chegou onde as palavras não mais, apenas em letras no papel, poderia ser naquele momentos escritas em meu corpo, na minha alma, em fogo, em cera escritas na pele.
Meu corpo temia o contato quente daquele que exigia ser DONO, temia enquanto meu corpo suava, latente explorava a alma, exalava sexo, temido açoite que marcava, que me prendia, quando percebo estava livre e presa difícil explicar.
No deslize do pensamento, me perdia entre dor e desejo, me sentia fora do corpo, me sentia nua, molhada de gotas do gozo sem poder gozar. O DONO ousava, impedia, ordenava me segurava na nuca, um quase não respirar querendo gritar, um quase desejo de ir querendo ficar. Me faz curvar aos seus desejos, sinto meu rosto exposto ao sexo latente, sinto um desejo quando fortemente me empurra, engulo seu sexo como cadela que lambe seu DONO.
De joelhos, mãos atadas me entrego a lhe dar prazer, envolventes chupadas, gula de quem deseja do sexo mais do que um ato de prazer. Dominada pelo DONO que segura a presa, dominada pelo instinto animal, dominada pelo desejo me entrego agora no açoite de sua língua, no sugar de sua boca, no desejo de invadir meu sexo, explorar entranhas, deslizar o mel que escorre na sua boca, invadir onde não existem limites ou posse que um dia foi minha, penetrada por sua língua, sentia a invasão dos seus dedos, percorrendo meu corpo na mistura de toque e dor, prazer e limite que naquele momento não existia.
No ato de me proteger por vezes tentava fugir daquela fúria, que me fazia gemer, de medo e prazer. Em um momento quase de fuga senti suas mãos queimarem meu corpo, senti um tapa quente nas nádegas, pernas bambas entrelaçadas, sexo exposto as ordens e desejos do DONO. Percebi naquele momento, que precisava do toque sutil do amante e da fúria e desejo daquele que me possuía, que agora não me contentaria apenas com mãos delicadas, mas precisaria daquele que sentia a hora certa de me acariciar, da hora certa de me castigar e principalmente da hora certa de me fazer querer sentir o que ele desejava, me impedindo de gozar, me fazendo dominar meu próprio tesão, me provocava, me acariciava agora com uma das mãos, enquanto a outra escondia uma cinto que logo marcaria minhas costas, pernas, sua mão continuava a brincar com meu sexo, enquanto queimava a pele, não sabia se dor ou tesão invadia meu corpo, se fosse possível explicar diria uma dor, um desejo que não se tem vontade de parar.
Posição de cadela ao DONO, posição de entrega as vontades e desejos, deito meu rosto na cama a espera do que o corpo cansava de clamar. Sinto sua língua me invadindo, como prenda de quem soube esperar, sinto a saliva quente, molhando o sexo, escorrendo desejo de quem possui e sabe ser DONO. Seu sexo pronto, procura a hora de agora poder saciar, sinto sua mão pesada e agora calma e suave no meu clitóris,brincando, me deixando louca e ainda não podendo gozar, enquanto sentia seus dedos brincando, em um ato sem pedir licença me invade, me come como cadela, sinto meu ânus latejar no inicio de dor, pelo ato não esperado enquanto me invadindo movimento do seu corpo e toque de suas mãos me exigia o gozo ate então proibido, exigia que eu fica-se quieta, a dança daquele momento só poderia ter um condutor, um DONO a quem ate meu gozo pertence. Senti naquele momento meu corpo se entregar e querer mais, meu corpo desejar cada vez mais, sentia a cada movimento seu membro me possuir cada vez mais, agora não era mais dona das minhas entranhas, não era dona do meu desejo, precisava do gozo daquele que me fez cadela mulher, precisava ouvir ele me querendo, desejando, me chamando de puta, cadela, vadia..
Nossos corpos quentes , suados agora na entregava, o néctar que escorre na pele, o alivio a entrega, posse, cadela e DONO agora em ato de espera..
Aos desejos a cadela se entrega e obediente aguarda...
Junto ao DONO adormece, na cama perdidos entre as vestes o cinto, o chicote e o gozo que faz a mistura desse AMOr indomável e ardente, cadela atenta descansa, espera o DONO desejar novamente sua alma e corpo,
Nossos corpos quentes , suados agora na entregava, o néctar que escorre na pele, o alivio a entrega, posse, cadela e DONO agora em ato de espera..
Aos desejos a cadela se entrega e obediente aguarda...
Junto ao DONO adormece, na cama perdidos entre as vestes o cinto, o chicote e o gozo que faz a mistura desse AMOr indomável e ardente, cadela atenta descansa, espera o DONO desejar novamente sua alma e corpo,
para sua fúria saciar....
{lara}_Maestro Alex
7 comentários:
tuas palavras belas, o que sentes, belo, o escrito impecável, mas você sabe dentro, dentro, muito dentro de você
o quanto te falta...
Maestro Alex
Como você está,mocinha?
Como sempre lindo blog e palavras mais belas ainda...
passando sempre por aqui e parabenizando pela facu!!!
quanta pena... só isso
do outro lado do muro, vc vai encontarar algumas respostas
mesmo signo,mesma sina?rsrs
só qu o meu é sistemas de informação, mas pedirei receitas a ti. :)
Peça por gentileza permissão ao Dono de Ti para adicionar-me no msn ou enviar-me teue-mail para conversarmos caso queira, pois neste meio por enquanto só tenho a mimm, e alguns poucos amigos e amigas. Será um prazer! Ele possui o msn,antigo, e por email envio o novo. um beijo carinhoso e saudações ao Teu Senhor
Com certeza vou pedir a ele,breve
te adiciono.
mas quanto a sina!? é a mesma...esqueceu com o que trabalho?! receitas só para adoçar horas vagas...
beijos
verdade,ne...vais ter de me arrumar estágio! :P
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